Descontos em saúde e serviços do dia a dia reforçam conceito de cuidado preventivo e podem contribuir para o orçamento doméstico
Com o aumento das despesas domésticas, alternativas que ajudam a reduzir gastos recorrentes têm ganhado espaço no planejamento das famílias. Entre elas estão cartões de benefícios vinculados a serviços de assistência, que oferecem descontos em áreas como saúde, bem-estar e outros serviços utilizados ao longo do mês. Além do impacto no orçamento, esse tipo de benefício pode contribuir para estimular uma cultura de prevenção, especialmente quando facilita o acesso a consultas e exames. A lógica é ampliar o conceito de proteção familiar para além de situações emergenciais ou momentos de perda.
No Campo Santo Familiar (CSF), por exemplo, todos os clientes dos planos funerários familiares têm acesso ao Cartão de Benefícios Minha Família, que reúne vantagens em uma rede de parceiros. Entre as possibilidades estão descontos em consultas e exames, farmácias, academias, cinema, educação, alimentação e estabelecimentos do varejo. A rede inclui, atualmente, parceiros como Hospital Santa Izabel, Drogarias São Paulo e Pague Menos, Selfit Academias e Cinemark, entre outros, com condições que podem variar de acordo com cada estabelecimento.
“Hoje, quando falamos em proteção familiar, não estamos falando apenas de assistência em um momento difícil. Também falamos de soluções que possam ajudar a família no presente, inclusive com economia e acesso facilitado a serviços importantes”, afirma Samara Bastos, coordenadora de Marketing do CSF.
Segundo ela, os benefícios relacionados à saúde têm ainda um componente preventivo. “Uma consulta, um exame ou mesmo a compra recorrente de medicamentos representam despesas importantes para muitas famílias. Quando o cliente consegue condições diferenciadas para acessar esses serviços, o benefício deixa de estar relacionado apenas ao futuro e passa a fazer diferença também na rotina”, observa Samara.
Ainda segundo a coordenadora, essa oferta também ajuda a mudar a percepção sobre os próprios planos funerários. “Existe uma evolução desse conceito. O cliente passa a entender que o plano não precisa ser lembrado apenas diante de uma perda. Ele pode fazer parte do cotidiano da família e gerar benefícios concretos antes mesmo de qualquer necessidade de assistência funerária”, conclui.
















