Projeto criado em São Paulo combina resultados competitivos com oportunidades para atletas de diferentes realidades
O crescimento do CRIA Cycling no calendário nacional não é medido apenas por medalhas. Criada em São Paulo em 2023, a equipe vem construindo um modelo que combina alto rendimento, formação esportiva e ampliação de oportunidades.
Os números nas competições acompanham esse avanço. Em 2025, o projeto esteve no pódio em quase 70% das provas disputadas.
Já em 2026, João Vitor da Silva conquistou o vice-campeonato geral do Torneio de Verão de Ciclismo na categoria Elite.
O ciclista chegou à nova categoria depois de ser vice-campeão brasileiro Sub-23 de estrada e manteve o bom momento ao somar 47 pontos em três etapas, incluindo uma vitória.
A equipe também participou de provas tradicionais do calendário brasileiro, como a 9 de Julho, o Campeonato Brasileiro e a Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo.
No cenário internacional, o CRIA esteve no Desafio das Américas, com Vinícius Souza Melo finalizando a prova na 40ª colocação.
A proposta esportiva está ligada à tentativa de reduzir desigualdades de acesso ao ciclismo competitivo. Para isso, o projeto procura auxiliar os atletas em áreas que vão do treinamento à logística.
Nutrição, fisioterapia, equipamentos e organização competitiva fazem parte do trabalho.
O lema “Talento não escolhe CEP” resume a visão defendida pelo CRIA.
Para Henrique Queiroz, cofundador do projeto, muitas vezes o potencial esportivo existe, mas falta a estrutura necessária para que o atleta consiga chegar mais longe.
Além dos resultados, a equipe procura ampliar a cultura do ciclismo por meio de conteúdos sobre provas, treinamento e rotina dos competidores.
Uma nova etapa deverá ser iniciada com a CRIA House, sede projetada para São Paulo e pensada para unir estrutura de equipe e atividades abertas à comunidade.
















