O gramado do Maracanã foi palco, neste domingo (27), de um encontro que atravessou fronteiras, gerações e linguagens. Pedro Sampaio e Ricky Martin se uniram no show do intervalo do NFL Rio Game, em uma performance criada especialmente para o público presente e marcada pela força da música, da dança e da representatividade. A noite também foi marcada pelo lançamento de “PIKITO PIKITO”, que chegou às plataformas de música momentos após a apresentação.
O momento também entrou para a história como a primeira apresentação de um artista masculino brasileiro no Halftime Show de um jogo da NFL no Brasil. Para Pedro, o espetáculo representou ainda a expansão de uma trajetória que tem o funk, a dança e o universo pop como elementos centrais de sua carreira, agora traduzidos em uma produção de escala internacional.
“Esse momento representa muito para mim porque reúne coisas que fazem parte da minha história: o funk brasileiro, a dança, a cultura pop e essa vontade de levar a nossa música cada vez mais longe. Estar no Maracanã, ao lado do Ricky Martin e com uma equipe tão diversa de bailarinos, foi uma forma de mostrar a força da nossa cultura para um público global. É uma celebração da nossa identidade, mas também da capacidade que a música e a dança têm de conectar pessoas de diferentes lugares”, afirma Pedro Sampaio.
A direção coreográfica foi assinada por Parris Goebel, uma das principais referências da dança pop contemporânea mundial, conhecida por trabalhos com nomes como Beyoncé, Rihanna e Lady Gaga e por ter dirigido grandes performances internacionais, incluindo o Super Bowl Halftime Show de Rihanna. A colaboração marcou a primeira vez que Parris Goebel coreografou um artista brasileiro; um encontro que conecta a linguagem global da dança pop à identidade artística de Pedro e à cena brasileira.
“Trabalhar com a Parris sempre foi um sonho. Ela tem uma linguagem muito própria e o talento incrível de transformar música em movimento. E trazer o funk brasileiro para uma produção desse tamanho e conectar isso com a dança pop e a cultura ballroom, foi muito especial. Queria que cada movimento tivesse a nossa identidade e, ao mesmo tempo, que a performance pudesse conversar com o mundo”, celebra Pedro.
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