Encontro com os campeões de 2002 que misturou futebol, nostalgia e cultura pop resgatou a energia contagiante do penta e deu gás para a torcida rumo ao hexa
Se existe alguém capaz de transformar qualquer aparição pública em conversa instantânea nas redes sociais, esse alguém é Ronaldinho Gaúcho. Desta vez, o ex-camisa 10 surgiu em mais um “rolê aleatório” digno da cultura pop brasileira! Ao lado de Edílson Capetinha, Júnior, Belletti e Denílson, Ronaldinho formou uma espécie de banda de pagode no Maracanã e tocou junto a Ivete Sangalo, em uma celebração patrocinada por Guaraná Antarctica antes do Jogo de Despedida da Seleção Brasileira, neste domingo (31/5). A ação faz parte da campanha “Sede de Torcer É Coisa Nossa”, criada pelo “Original do Brasil” para celebrar o jeito brasileiro de viver o futebol coletivamente — com emoção, irreverência e histórias que atravessam gerações.
Há anos, Ronaldinho Gaúcho ultrapassou a fronteira do futebol e virou um fenômeno da cultura pop brasileira. Um personagem que transita entre música, festas, internet e entretenimento com a mesma naturalidade com que distribuía passes desconcertantes dentro de campo. Quando Ronaldinho aparece, raramente é só uma presença: ele vira assunto, meme, corte de internet, vídeo compartilhado e diversão imediata nas redes sociais.
Desta vez, o “rolê aleatório” aconteceu em ritmo de pagode e nostalgia. Ao lado da geração campeã de 2002 e de Ivete Sangalo, Ronaldinho ajudou a transformar o pré-jogo da Seleção Brasileira em uma grande celebração coletiva da brasilidade. Em vários momentos, a sensação era menos a de assistir a um show tradicional e mais a de acompanhar um encontro espontâneo entre lendas do futebol brasileiro em plena resenha de fim de tarde no Maracanã.
Entre brincadeiras improvisadas, abraços no palco e coro puxado pela arquibancada, o Maracanã acompanhou ao vivo mais um daqueles momentos que parecem improváveis demais para serem planejados — e que, justamente por isso, têm a cara de Ronaldinho Gaúcho.
A presença de Ivete, por outro lado, não teve nada de ‘rolê aleatório’. Em 2002, a cantora comandou o trio elétrico que recebeu os campeões do mundo em Brasília após a conquista do pentacampeonato. Mais de duas décadas depois, Guaraná Antarctica resgatou essa memória afetiva reunindo nomes históricos daquela geração em um palco que misturou futebol, música e cultura pop brasileira em uma mesma resenha. O objetivo? Resgatar a energia da conquista do penta para embalar a torcida e a Seleção rumo ao hexa.
“Quando Ronaldinho Gaúcho aparece, já logo surge um uma conversa nas redes, um corte de internet e milhares de comentários nas redes sociais. Trazer esse ícone para uma ação com Guaraná Antarctica é mais uma forma de conectarmos diferentes gerações de torcedores a partir de referências originalmente brasileiras, misturando humor, memória afetiva e paixão pela Seleção, ajudando a impulsionar os nossos jogadores e a torcida rumo ao Hexa, afirma Guilherme Poyares, diretor de Marketing de Guaraná Antarctica.
Guaraná Antarctica é um ícone da cultura brasileira e, há 25 anos ao lado da Seleção Brasileira, transforma o futebol em uma plataforma de conexão emocional, celebração e experiências coletivas. Mais do que patrocinar, a marca da Ambev ajuda a mobilizar a torcida e reforçar o orgulho nacional em torno da Seleção.















