Perda de colágeno acelera marcas faciais e impulsiona busca por preenchimento

O sulco nasogeniano, conhecido popularmente como “bigode chinês”, é uma das marcas faciais mais associadas ao envelhecimento e tem ganhado cada vez mais atenção no Brasil, país que lidera o ranking mundial de cirurgias plásticas e ocupa a segunda posição no mercado global de procedimentos estéticos, movimentando entre R$ 40 e 48 bilhões por ano.

A linha de expressão que se estende da lateral do nariz até o canto da boca é resultado de fatores como envelhecimento natural, perda de colágeno e elastina, ação da gravidade, movimentos repetitivos e estilo de vida. Geralmente, começa a se tornar mais evidente a partir dos 30 anos e se acentua entre os 40 e 50.

A especialista em estética avançada e empresária Simone Silva explica que o processo é multifatorial e vai além da simples marca na pele. “O principal fator é a perda progressiva de colágeno, elastina e ácido hialurônico natural da pele, o que reduz a sustentação dos tecidos”, afirma. Ela ressalta que a movimentação repetitiva da musculatura facial e hábitos como exposição solar sem proteção e tabagismo aceleram o aprofundamento do sulco.

Entre os tratamentos disponíveis, o preenchimento com ácido hialurônico é um dos mais procurados. “A substância, já presente naturalmente no organismo, é aplicada na região para restaurar volume, melhorar a sustentação da pele e suavizar a profundidade do sulco”, explica Simone. O procedimento é minimamente invasivo, apresenta resultados imediatos e pode durar de 8 a 18 meses, dependendo do metabolismo do paciente.

“O principal fator é a perda progressiva de colágeno, elastina e ácido hialurônico natural da pele, o que reduz a sustentação dos tecidos”

Simone ressalta que a abordagem deve ser global e não apenas localizada. “O tratamento não deve focar apenas no sulco em si, mas na reestruturação da face como um todo, respeitando proporções e evitando o aspecto artificial”, destaca. Ela lembra ainda que a combinação com bioestimuladores de colágeno e tecnologias de estímulo dérmico potencializa os resultados.

Por fim, a especialista chama atenção para a forma como essa marca é conhecida popularmente. “O termo ‘bigode chinês’ tem origem popular e não técnica. Ele surgiu pela associação visual do sulco com traços marcantes observados em representações caricaturais de pessoas asiáticas, especialmente em ilustrações antigas. Atualmente, a nomenclatura médica correta é sulco nasogeniano, sendo o termo popular considerado impreciso e, em alguns contextos, até inadequado”, conclui.

 

Serviço:

Studio de Beleza Simone Silva

  1. Itiruçu, 219 – Jardim Pres. Dutra, Guarulhos/SP

Tel.: (11) 2536-7357 e @studio_simonebelezaeestetica

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